Ivo Godoy

Kênia Lyra

Colorado Cineclube

Monica Nitz

Grupo Raízes da Piedade

Programa Vice Verso

Estúdio Cosmonauta

Grupo Pomitafro

Bandejão

Camarão Filmes

Coletivo De Mulheres Aqualtune

Papo de Compositor

Palavra em Movimento

Quilomblack

Coletivo Cine Kbça

Zacimba Gaba

Resgate a Arte

Ethos - Dialogos Visuais

Projeto Despedaços

Espirito Brass Quinteto Joven de Metais da FAMES

Feijao com Arroz

ESCOLA DE RIMA

Onírios Produções

Tom Tom Tom Filmes

GEO - Grupo de Estudos Orquestrais

TWO Design

juventude em campo

Império Inca filmes

Lente Aberta

Grupo Cultural ETC

Odara Ondina Galeria

Núcleo Estrela Matutina

culinariavp

A Porta do Tapete Voador

Compartilhe ou Nada!

Coletivo 4x1

Garupa Filmes

Let's Records

Edelstein

Pó de Ser Emoriô

Fábrica de Sonhos

Núcleo de Criação Sound Circus

Diário de filmagem – Confinópolis

Postado em 2 de setembro de 2011

2° dia de gravação – 20.08.2011 – Centro de Vitória, casa da mãe do Leonardo Prata e Comando.

O segundo dia de filmagem começou cedo, era um sábado. Quando acordei, o dia estava fechado, mas logo o céu abriu proporcionando um dia lindo e ensolarado. Teve duas etapas: a primeira, em cima do prédio com visão panorâmica do centro de Vitória. E a segunda, pela tarde, na rua da sede do Expurgação. Estava marcado para começar às 08:30 mas devido alguns atrasos começamos lá pelas 9 e alguma coisa.

O Alex passou aqui em casa de carro, pegamos os equipamentos, fomos para casa do Léo. Ficamos esperando por ele que vinha de bike. Enquanto isso nós fomos comprar uma caneta que escrevesse na claquete desenvolvida pelo Guido e alguns lanches para o set de filmagem. Com a chegada do Léo, pegamos toda a nossa tralha e subimos para o terraço do prédio. Nossa equipe era menor ainda do que no primeiro dia de gravação: Alex, Alexandre, Boone, Guido, Léo e eu. As cenas foram se desenvolvendo, fizemos diversos takes para ter opções na hora da edição. O calor e o sol deram uma maltratada na equipe. Cenas extras foram surgindo para compor e preencher mais o desenvolvimento da história. A captação de áudio ficou um pouco prejudicada devido ao vento, vimos à utilidade da “pelúcia” contra vento, por enquanto não temos a verba para adquiri-la. Ao meio-dia, como previsto, as filmagens acabaram. Todos famintos, era hora do almoço. O Léo ficou de nos apresentar um restaurante vegetariano chinês localizado na rua atrás do Carlos Gomes, subindo umas escadas.

O restaurante era ótimo, comida excelente, ficamos todos muito satisfeitos. A problemática foi à conta mesmo. Passou da previsão de custo da produção daquele dia. Como “cortesia” a conta foi toda da “Camarão filmes”. A decisão agora é que haverá um planejamento melhor quanto a este tipo de gasto, alternativas como lanches em dias com muitas cenas. De bucho cheio partimos para o Comando, sede do coletivo Expurgação e do Fora do eixo. Lá deixamos os equipamentos e nos preparamos para as filmagens na rua. A essa altura o Marcial chegou para dar um apoio.

As cenas externas tratavam-se do personagem principal saindo do prédio, andando pela cidade, indo para lugares mais ermos para se disfarçar e começar uma serie de ações contra o sistema de Confinópolis. Alex deu uma canja como ator figurante que esbarra com o personagem principal. Trajava uma jaqueta de couro e uma peruca black power, achada ali no Comando. Ficou cômico, mas deu personalidade aos cidadãos de Confinópolis, ambientando, somando para imersão deste universo. Esqueci-me de dizer que no primeiro dia de filmagem o Guido também atuou como ator figurante. Entregava um pacote ao personagem principal. Vou frisar que ele, entre os membros da Camarão, é o melhor ator. Legal atuar em nossos próprios filmes. Quem sabe ainda Alexandre e eu atuamos. É uma emoção filmar na rua. Apesar de ser sábado, com pouco movimento no centro da cidade, ainda havia muitas pessoas. Muita interação rolou por conta do Marcial, que possui um bom poder de convencimento. Em uma das cenas pedimos a participação de um cidadão que passava na rua, carregando um carrinho cheio de coisas. Desacreditado ele interrogou “Tá de brincadeira!?”, correu para o inicio da rua, onde estava o Boone e viu que ele estava de máscara. Teve a certeza que não era uma gozação, botou a máscara e atuou feliz da vida. Outra cena, que foi gravada ao lado do Palácio Anchieta, causou certa movimentação e curiosidade dos transeuntes. O personagem principal entra num beco sujo, abre sua bolsa e bota sua jaqueta. O local estava muito limpo, precisaríamos criar aquele ambiente. Guido foi atrás de alguns lixos para espalhar na rua, achou uma caixa cheia de papel, perfeito para dar o aspecto sujo que queríamos e também fácil de recolher depois. Outra coisa que seria legal ter ali na hora era uma lixeira grande. Logo apareceu um gari que nos emprestou a lixeira e falou que poderia limpar a rua para gente. A sorte realmente parece que estava ao nosso lado nesse dia. Ainda tinha mais, como já não bastasse tudo isso, pensávamos num som de sirene ao fundo dessa cena, como a policia apareceu por lá, Marcial pediu uma força e foi prontamente atendido. Agora estava tudo certo para rodar a cena: rua suja, policia pronta para ligar a sirene, “Som, okey?”, “Silêncio!”, “Claquete!”, “Ação!”. Tudo prosseguindo como combinado, eu iria levantar a mão e nessa era a hora a sirene iria ligar, levantei a mão e ouviu-se um grito: “Vai Marcelooooooo!” e a sirene começou. Era o cabo Xavier gritando para o outro ligar a sirene, bem no meio da cena. Não aguentamos e começamos a rir e recomeçamos a gravação da cena. Outra coisa curiosa foi uma entrevista que demos logo após as filmagens para um rapaz, de alguma faculdade que eu não me lembro, que estava por ali visitando o Palácio com direito à fotografia. Este foi o fim de mais um dia de gravação de Confinópolis. Meus agradecimentos ao: José Chagas (gari), Cabo Xavier, Soldado Marcelo (policiais), Everson e Richardson (seguranças do Palácio), Leonardo Prata, Coletivo Expurgação e ao cidadão do centro que infelizmente por falha nossa não pegamos o seu nome. Obrigado!

Por Raphael Araújo


Diário de filmagem – Confinópolis

Postado em 2 de setembro de 2011

Com certo atraso, mas ta aí algumas imagens e palavras sobre o 1° dia de filmagem de Confinópolis.

1° Dia de gravação – 11-08-2011 – Locação rua do Moreno.

A equipe era: Raphael (Câmera, diretor), Alex Vieira (diretor de arte, assistente de produção) , Guido Imbroisi (Claquete, continuísta, assistente de produção), Alexandre Brunoro(sonorização), Luara Monteiro (still fotográfico), Marcial Vieira( assistente, segurança), Daniel Boone (ator)

Difícil distinguir, mensurar e definir o que realmente cada um fez durante as gravações e no set de filmagem. Cada um acatou, fez, produziu, opinou em todos os elementos desse primeiro dia de gravação. Estávamos um pouco ansiosos, já que há muito tempo não gravávamos juntos. Nem me lembro da última vez que isto aconteceu, acho que foi em “Trash Master” há pelo menos 8 anos atrás.

O dia começou corrido. Isto porque, desde o começo, estamos tentando ser ao máximo organizado. Pela primeira vez temos uma história roteirizada, com storyboard, com planejamento, figurinos, orçamento, ator e alguns equipamentos. Pelo que me lembre, nunca fizemos uma produção “Camarão filmes” em que tivesse verba para ser gasta. Como a produção é um pouco megalomaníaca e o contingente humano pouco, além do tempo e a verba curta. A organização é um quesito mais do que essencial. Temos a consciência de que a linha entre um projeto bem realizado e um projeto mal sucedido, que fuja de nossas expectativas, é bem tênue. As cenas que foram gravadas nesse dia eram cenas noturnas. Fazem parte de um trecho da história em que o papel principal relata como foi difícil à tarefa de investigar, pesquisar e procurar informações sobre certos assuntos (que não cabe a mim revelar) em Confinópolis, uma sociedade totalmente repressiva. O dia e a semana foram planejados durante uma de nossas reuniões. Fizemos levantamento de tudo que precisaríamos e teríamos que fazer até o dia da gravação. Houve um pequeno atraso quanto ao figurino do “Boone”. Que acabamos resolvendo algumas horas antes na Casa 16, onde Alex e eu fizemos uma serigrafia para compor o figurino do personagem, gravamos com a estampa do casaco do personagem, ainda com a tinta molhada.

A gravação estava marcada para as 22 hrs, acho que chegamos para pegar os equipamentos na casa do Alex umas 21:20 hrs. O local da gravação é bem próximo da casa dele. Locação conhecida dos tempos de moleque, quando fazíamos filmes em fitas VHS. Chegando lá vimos pela primeira vez os novos brinquedos. Um tripé profissional com movimento hidráulico, um captador de som externo Zoom H4n,um microfone direcional, um rebatedor grande com 5 funções. Uma gambiarra já foi detectada, a sapata do tripé não era compatível com o modelo da minha câmera, mas a sorte sorriu naquela hora, mesmo não sendo do mesmo modelo, coube quase que perfeito. Cada um foi pegando estes objetos, lendo os manuais, testando, abrindo, verificando, “futucando”, não tínhamos muito tempo. Imprimimos uns papéis, uns cartazes para compor a cena, Guido fez uma cola, Alexandre pegou o gravador de som e não largou mais e saímos para rua para encontrar com o Boone e a Luara. Às 22:10 começamos à gravar. O pai do Alex, Seu Marcial, ficou no inicio da rua no qual estávamos filmando, fazendo a segurança e orientando os carros que ali entravam – ocorria ali, logo adiante a gravação de um filme. Tudo ocorreu bem, as cenas definidas em roteiro se seguiam se construíam se materializavam de maneira colaborativa, pensávamos na luz, na composição das cenas, na fotografia, no recorte. Acho que tudo que foi feito teve o dedo de cada um ali presente. Fizemos tudo que estava no roteiro e mais algumas cenas extras criadas ali na hora. Colamos cartazes na rua, no orelhão e pixamos muro. O fato engraçado ficou por conta do Boone que escreveu errado a mensagem no muro. Ao invés “Fora Cadacops!”, escreveu “Fora Cadagolps!”. Coitado, mas ele tinha desculpa da máscara, que de certa maneira atrapalha sua visão ainda mais de noite. Acabou aí o primeiro dia de gravação de Confinópolis. Sentimos a boa sensação de se gravar outra vez.

Por Raphael Araújo.

Camarão Filmes na 2ª MCA Etnográfica

Postado em 17 de agosto de 2011

Visita do PRCJ à Cidade de Confinópolis

Visita do PRCJ à Cidade de Confinópolis

A Camarão Filmes marcará presença na 2ª MCA Etnográfica que acontece a partir desta quinta-feira 18 de agosto em Nova Venécia.

Alexandre Brunoro vai participar de um bate-papo e apresentar um pouco a nossa da nossa produção e da proposta sobre cinema independente.

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Segue abaixo a programação do evento:

Quinta-feira (18)

13 às 15 horas – Oficinas de Fotografia, Câmera, Edição e Interpretação

13 às 17 horas – Oficina de Cobertura Colaborativa

14 às 15 horas – Mostra retrô MCA

15 às 15h30 – Dinâmica de integração

16 às 17 horas – Mostra Paralela – exibição de vários curtas e debate sobre experiências audiovisuais com João Moraes e Alexandre Brunoro (Camarão Filmes) – Mediação Kênia Lyra

19h30 – Cerimônia de Abertura

20 horas – 1ª Sessão da Mostra Competitiva de Audiovisual Etnográfica
“A casa do fim da rua”, ficção realizada por alunos da MCA Etnográfica
“Rato no Coador”, vídeo-clipe da banda Up Pomerish realizado por alunos da MCA Etnográfica

Filmes Concorrentes:
“A idéia e o formão: A história do artesão Isaías” – Águia Branca
“Do Forró ao Doradão” – Alto Rio Novo
“O artesão do asfalto” – Baixo Guandu
“1991 – O ano em que a cidade parou” – Barra de São Francisco
“O começo sem fim” – Colatina
“Tijolo por tijolo” – Governador Lindenberg

21h30 – Show de Músicas Eruditas e Populares com a Lira Municipal Mateus Toscano

Algumas palavras sobre “Confinópolis”

Postado em 28 de julho de 2011

Confinópolis
O que é?

Confinópolis foi um universo criado por Raphael Araújo em forma de quadrinhos nas duas primeiras edições da revista “Prego”. É um ambiente habitado por seres confinados dentro de seus próprios corpos. Possuem uma fechadura no lugar de seus rostos. Estes seres vivem em um lugar chamado Confinópolis e são governados por um ditador chamado Fechadura Hernadez que está no poder por muitos e muitos anos. Para manter a ordem e a segurança deste sistema ele recebe o auxilio dos Cadacops, guardas altamente treinados, armados e dispostos a usar a violencia gratuita. Os cidadãos de Confinópolis andam agitados, respiram insatisfação e presentem que algo irá acontecer e mudará o rumo de suas vidas confinadas.

Personagens:

Personagem principal (sem nome) : O personagem principal da história Confinópolis é um sujeito sozinho, que possui uma vida secreta, ninguém sabe seu nome e de onde veio. É alto, magro e possui habilidades que muitos não o julgam possui-lo, é bom com armas de fogo e armas brancas. Àgil, esguio, extremamente inteligente,insano, frio e calculista. Gosta de andar por guetos, “crockas”, lugares escuros e com pouco movimento. Não tem amigos. E há quem diga que nem família. Não gosta de ser notado. Sua presença é sempre muito sútil sentida por poucas pessoas. Gosta de som extremo desde do punk , hardcore e metal. Sua forma humana aparenta ter entre 30-35 anos de idade.

Fechadura Hernandez: É o chefe de estado de Confinópolis. Exerce o poder de forma ditadorial, totalitarista e populista. Sua figura é emblemática e imponente. Uma caricatura dos grandes chefes de estado que governam países do oriente médio. Seu status chega a ser comparado com o de uma divindade espiritual. Se caracterisa por seu corpo avantajado, obeso. Possui um garnde apoio popular, mas não a maioria, consegue mentir como se fosse verdade e inflamar a multidão ao seu favor. Grande habilidade em influenciar as pessoas e de fazer politicagem. Sua forma humana aparenta entre 40-50 anos de idade. Esconde grandes segredos.

Cadacops: Responsáveis diretos pela manutenção do poder de Fechadura Hernandez. Treinados para manter a ordem através da violencia, com rapidez e sem aparentar qualquer tipo de emoção. Usam uniformes parecidos com o a Tropa de Choque da Policia Militar, carregam armas de fogo e cassetete. Em seus rostos aparecem Tv’s fora do ar. São fortes e não tão àgeis. Andam geralmente em grupos ou em dupla, nunca sozinhos. Fazem rondas diárias atrás de qualquer movimento que possa parecer estranho e perigoso. Sua idade, em forma humana, vai variar bastante, não podendo assim ser defina sua faixa etária precisamente.

Logo estaremos disponibilizando um arquivo com as histórias que foram publicadas na revista Prego.

As imagens acima ilustram o personagem principal de nossa história que será interpretado pelo ator Boone do Grupo Z de teatro.

Primeiro Teaser de Confinópolis

Postado em 11 de julho de 2011

É com muita animação que apresentamos esse primeiro teaser de “Confinópolis”, essas primeiras imagens são resultado de alguns estudos de câmeras e filtros que usaremos na produção do curta. Estamos bastante satisfeitos com o pouco que ja obtivemos, e com a repercussão que essa pequena amostra está tendo na internet, mas ainda é só o começo, muito trabalho ainda nos espera, e a ansiedade em ver o video pronto só aumenta a cada dia!

Confinópolis – Primeiro Teaser

Confinópolis – parte 3

Postado em 7 de julho de 2011

Primeiros estudos da estética de Confinópolis, com a primeira máscara pronta ja podemos visualizar melhor o que está por vir. Em breve postaremos novas imagens dos cara-de-fechadura.

Confinópolis – parte 2

Postado em 5 de julho de 2011

Reuniões e Estudos

Camarão Filmes após reunião na Fogueirinha da UFES, Jun.2011

Camarão Filmes, Reunião. Casa 16. Jun.2011

O tempo se esvai rapidamente. Um certo desespero toma conta de nós. Mas passo a passo as coisas estão se encaminhando. Estamos assistindo inúmeros filmes, prestando atenção na estética empregada, nos cortes, nas luzes, nos personagens, nas câmeras. Um outro olhar, mais detalhista e perceptivo recaí sobre essas produções cinematográficas. Muito disso se deve ao fato das conversar, reuniões, estudos em torno desta nossa produção (Confinópolis) e a troca de informação que acontece. Hoje, haverá mais uma reunião. Uma lista de compras já foi elaborada com o que será essencial para realização de tal projeto. Orçamento apertado, mas uma riqueza para quem não tinha nada. Os materiais e as técnicas não podem nos impor limites. O que importa mesmo, é o processo, a experimentação, o aprendizado, a mente aberta para enfrentar o novo e o desconhecido. Os figurinos já estão quase todos definidos. As máscaras dos personagens foram para a costureira hoje, ufa!

Trajes e máscaras tribais de Phyllis Galembo. Estudos para figurino.

Estudo de Figurino 1 - Personagem principal

Estudo de Figurino 2 - Personagem principal

Estudo de Figurino 3 - Cadacops

Confinópolis – parte 1

Postado em 2 de julho de 2011

Após as primeiras reuniões da Camarão Filmes, foi decidido que filmaremos um curta baseado nos quadrinhos de Raphael Araújo, publicados nas edições 1 e 2 da revista Prego, CONFINÓPOLIS.

Estamos finalizando a roteirização do filme. Isso é muito mais complexo do que imaginávamos.

Camarão Filmes

Postado em 2 de junho de 2011

Camarão Filmes

Projeto: Camarão Filmes & Ideias Caóticas

A Camarão Filmes é um coletivo voltado para produção de vídeos. Com o projeto pretende-se ampliar a visibilidade do grupo, melhorar a qualidade das produções e agregar novos colaboradores. Será desenvolvido um clipe de uma banda independente e mais três vídeos experimentais que integrem várias linguagens artísticas. Ao final do projeto será lançado um DVD com a compilação de todos os vídeos realizados.

Vila Velha

alexandrebrunoro@hotmail.com